sexta-feira, fevereiro 20, 2015

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Atomium, Bruxelas, Bélgica: lazer no interior de um átomo



Construído para a Exposição Universal de Bruxelas, em 1958, o Atomium acabaria por se afirmar como uma das mais notáveis estruturas da capital belga. Mantê-lo indefinidamente erguido no Bruparck não era, de todo, o objectivo inicial, mas a receptividade do público foi de tal ordem que o investimento se provou acertado.

Trata-se da representação de um átomo de ferro ampliado 165 mil milhões de vezes e é obra dos arquitectos André Waterkeyn e Joan Polack. Pretendia ser, na visão dos seus criadores, não só o símbolo de uma nova era de ciência e de exploração espacial, mas também um tributo ao papel desempenhado pela indústria metalúrgica no país. Tem 103 metros de altura.

Entre os anos de 2004 e 2006, o monumento foi dispendiosamente renovado, substituindo-se as folhas de alumínio já gastas pelo tempo. No sentido de ajudar a amortizar os custos da obra, as folhas antigas foram vendidas aos habitantes de Bruxelas e aos turistas como recordação de um verdadeiro ícone nacional, comparável à Torre Eiffel de Paris ou ao Big Ben londrino. Hoje em dia, é lícito afirmar que o Atomium evidencia o brilho de antigamente.

Além de se apreciar a sua imponente figura, é possível percorrer o interior do Atomium através das escadas rolantes que, nos tubos, unem as nove esferas de aço de 18 metros de diâmetro cada. Destas, a mais alta proporciona uma vista panorâmica sobre Bruxelas e detém inclusivamente um restaurante no seu extremo.

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