terça-feira, outubro 18, 2011

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Palácio de Schönbrunn (Palácio da Bela Fonte), Viena, Áustria

Palácio de Schönbrunn (Palácio da Bela Fonte)
Quem já conhece o Palácio de Schönbrunn, em Viena de Áustria, mal acredita que o arquitecto Johann Bernhard Fischer von Erlach apresentou, antes desse, um projecto ainda mais grandioso e complexo. A harmonia entre a arquitectura e o parque, a simetria dos jardins e a perfeição dos seus arranjos florais, a história, a dimensão e as colecções de arte fazem deste conjunto um dos mais relevantes monumentos de todo o país, visitado por oito milhões de pessoas anualmente.

Embora não tanto como o primeiro, o segundo esboço de Fischer von Erlach era imponente q.b. e foi, mesmo assim, aprovado. Schönbrunn foi construído entre os anos de 1692 e 1780 e atingiu no reinado de Maria Teresa (da dinastia dos Habsburgos) a sua maior glória. Além de ser local de reunião de inúmeros membros da corte, o palácio acolhia, não raras vezes, dos mais influentes chefes de Estado do continente.

O Palácio de Schönbrunn pertenceu ao espólio dos Habsburgos até 1918, quando a monarquia caiu e o complexo foi entregue à recém-fundada República da Áustria. É um dos contemplados pela lista de Património da Humanidade da UNESCO desde 1996.

Uma visita virtual

Do Pátio das Honras o visitante tem acesso, à direita, ao teatro e ao Museu das Carruagens, com 130 exemplares produzidos de 1690 a 1917, dos quais a Carruagem da Coroação é, sem sombra de dúvidas, o mais belo e impressionante. À frente ergue-se o majestoso edifício principal, que encerra, logo no primeiro andar, os aposentos de Maria Teresa, de Francisco José I e de Carlos I, o último imperador da Áustria.
Atrás do edifício surgem então os jardins de Schönbrunn, em estilo francês e com a incrível área de 1,76 km2. A meio caminho, o visitante encontra a Fonte de Neptuno e, mesmo a seu lado, o mais antigo jardim zoológico do mundo, criado em 1752 por Maria Teresa e seu marido. Aqui, o caso é curioso: animais não há muitos e os que há são pouco cativantes. A verdade é que, graças às suas bonitas instalações do tipo barroco, o zoológico está mais apto a atrair amantes da arte do que amantes da fauna.
Gloriette, Viena
A cereja no topo do bolo é a Gloriette, um monumento dedicado aos elementos do exército que perderam as suas vidas ao tentar proteger o império e a família imperial. Erigida no ano de 1775 e inspirada, em parte, nos arcos do triunfo romanos, a Gloriette oferece uma das melhores vistas panorâmicas sobre a cidade de Viena.

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