sexta-feira, agosto 24, 2012

0

Vietname - Descubra a hospitalidade de um povo único


Ainda não conhece? Então, não sabe o que perde…
Após um início pouco seguro, com avanços e recuos constantes, o Vietname vive hoje o turismo na sua quase plenitude, graças a uma nova geração de empresários, donos de restaurantes e discotecas, designers e artistas – muitos deles nascidos já depois da guerra.
Esta já não é a nação hermética do passado: dois terços da população têm menos de 30 anos e está ansiosa por se relacionar com o mundo!

O país continua a ser nominalmente comunista, e os seus líderes continuam a ser socialmente conservadores, mas os jovens vietnamitas estão entusiasticamente a absorver e a reformular a cultura global.
O Vietname balança vertiginosamente entre o frenético (os clubes nocturnos de Saigão) e o lento (riquexós puxados por bicicletas); o tradicional (túnicas ao dai de seda) e o moderno (túnicas ao dai de pele e vinil); o exótico (mamilos de cabra assados?) e o familiar (“É de L.A.? O meu primo é de L.A.!”).
Junte à mistura uma das melhores gastronomias do mundo, boutiques actuais, resorts convidativos e uma vida nocturna agitada e perceberá o seu fascínio.
E mais, o Vietname é agora surpreendentemente acessível: o Inglês é falado por toda a parte, os preços são baixos e há mais para ver e fazer do que possa imaginar.
Raramente uma nação tem dois pólos tão opostos.
Com os seus lagos envoltos em neblina, fachadas coloniais desbotadas e clima mais fresco, Hanoi é a irmã mais velha, temperamental e reflectiva, acolhendo uma rica vida intelectual e artística.
A cidade de Ho Chi Minh (a antiga Saigão, também conhecida como HCMC) é a irmã mais nova e espalhafatosa: mais rápida, mais recente, mais quente em todos os aspectos – uma espécie de Miami, sendo Hanoi equivalente a Boston. Nos anos 90, dizia-se que Hanoi estava dez anos atrás da cosmopolita Saigão, com menos edifícios altos e discotecas. Mas a cena culinária da capital rivaliza agora com a de HCMC e muitos donos de restaurantes e designers têm postos avançados em ambas as cidades. Mesmo assim, as duas continuam a ser perfeitos antípodas – e antídotos – uma da outra.
De Hué ao delta do Mekong
No Vietname Central, Hué, a velha capital imperial, é mais sonolenta do que Hanoi e Ho Chi Minh, mas compensa esse seu aspecto com uma variedade de marcos históricos (a cidade é Património da Humanidade).
Muitos visitantes utilizam-na como base para excursões à antiga Zona Desmilitarizada, ou DMZ). Hué é famosa pela sua gastronomia e pelos seus monumentos, apesar de alguns dos melhores pratos típicos de Hué serem servidos em Hanoi. Mesmo assim, os fãs de arquitectura e historiadores de guerra acharão a cidade extremamente envolvente.
No sul, o delta do Mekong é popular entre os grupos de excursões e os “visitantes-de-um-dia” vindos de Ho Chi Minh. Inúmeros rios e canais serpenteiam por entre a selva verde, as plantações de fruta e as cabanas dos pescadores – mas o local não é tão uniformemente belo quanto parece. O mercado de Can Tho (a maior cidade do delta) é uma grande confusão; por sua vez, o Victoria Can Tho, ali perto, é um agradável resort em frente ao rio.
Aqueles com mais tempo podem pensar em fazer excursões a Dalat, um retiro de montanha da época francesa rodeado por lagos e plantações de chá; Sapa, uma remota estação montanhosa a noroeste, povoada por coloridas minorias tribais; e Halong Bay, onde juncos chineses recriados levam os turistas para além das pequenas ilhas calcárias que sobressaem entre a água azul esverdeada.

Então, preparados para marcar viagem?

in, Rotas & Destinos

Sem comentários:

Enviar um comentário

Deixe aqui o seu comentário!

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...